¤ Tempo Real

Orlando, 07 de outubro de 2014

Emerson Global Exchange busca o que move cada um de nůs

 
   

 

Steve Sonnenberg, vice-presidente executivo do Grupo Emerson e presidente da Emerson Process Management, em seu discurso de abertura do Encontro de Usuários Emerson Global Exchange deste ano – que acontece esta semana em Orlando/EUA – elucidou o tema do encontro (Inspiring Ingenuity) com uma pergunta: qual o momento (de ingenuidade e inspiração) da sua infância que trouxe cada um até onde está hoje? Para Sonnenberg, o momento memorável veio quando ganhou o primeiro prêmio na feira de ciências, da quarta série, com um projeto sobre inércia.

A ideia é que todos temos capacidade de encontrar soluções aos problemas se mantivermos a mente aberta e estivermos dispostos a aceitar um pouco de ajuda: a pessoa ao lado pode ter a resposta para um problema com o qual se luta. E essa aproximação para encontrar soluções é como a Emerson se coloca no mercado. “A Emerson quer escutar o usuário, e compreender as suas necessidades para ajudá-lo a manter suas promessas de ter um bom produto, entregue no prazo, ambiental e socialmente correto. Essas promessas vão além dos clientes, estendem se aos funcionários, que devem trabalhar num lugar seguro – aos chefes, para concluir os projetos dentro do prazo e do orçamento, e aos acionistas, para um sólido retorno sobre seus investimentos”, disse Sonnenberg.

2014 começou devagar para a Emerson, mas acelerou no segundo semestre, mesmo com os conflitos que acontecem em todo o mundo. Foi bom o mercado norte-americano ter sido uma força de estabilização, como afirmou Sonnenberg. “Na verdade, ele se tornou o novo mercado emergente. Nossas vendas para os três primeiros trimestres subiram 6%, e na América do Norte foi mais que o dobro. Estes resultados são alimentados por projetos de petróleo e gás na América do Norte, e com as atividades também em recuperação na Ásia, América Latina, Oriente Médio e África”.

A Emerson Process Management cresceu nesse último ano, tanto em vendas como em funcionários – foram adicionados mais 3.500 em todo o mundo – e como empresa já que adquiriu a MRG (de confiabilidade), Virgo (de válvulas), Enardo (de segurança e equipamentos ambientais para tanques e terminais) e APM (instrumentação de nível para sólidos a granel). Sonnenberg afirmou que a Emerson mantém controle sobre as tendências da indústria e fatores econômicos que podem influenciar o seu negócio, e examina junto com os clientes o seu desempenho e direção para o futuro. O cliente orienta os investimentos da empresa para fortalecer sua capacidade de ajudá-lo a enfrentar os desafios – que não faltam e os principais são os riscos devido ao aumento do tamanho e da complexidade, confiabilidade e disponibilidade, e escassez de competências.

A ARC estima que US$ 20 bilhões são gastos anualmente por conta de paradas não programadas ou lentidão do processo, e que 80% dessas situações são evitáveis. Então, dá para imaginar o que significar ter maior confiabilidade de operação. E nesse contexto entra a aquisição da MRG, que trouxe seus peritos em confiabilidade para a equipe da Emerson, com uma abordagem de consultoria, mas também atuam para melhorar a confiabilidade as tecnologias de sensoriamento para vibração, corrosão, gás e purgador; de detecção de vazamentos para perceber problemas antes que eles causem lentidão ou paradas, especialistas em serviços para ajudar a planejar e executar paradas, e rápido acesso a peças de reposição.

A Emerson atua firmemente aí com seus produtos, como os instrumentos da tecnologia Smart Wireless e o Charm, que simplifica os milhares de IOs de um projeto e que tem sido implementado com sucesso em mais de 600 plantas em todo o mundo.

Mas Sonnenberg lembra que não basta a tecnologia. Encontrar as pessoas certas com as habilidades certas e experiência está cada vez mais difícil. “Um estudo descobriu que não ter a equipe certa para o projeto com habilidades disponíveis foi a causa por trás de 26% dos atrasos nos projetos e a Emerson reforçou seus serviços de educação em mais de 400 centros em todo o mundo, sem contar que já disponibiliza tecnologia para alavancar as habilidades e a experiência das pessoas mais exprientes, independentemente de onde estejam, com os IOPS ou centros integrados de operações, com o uso de comunicação e ferramentas de colaboração para levar os problemas até os especialistas, em vez de fazê-los ir para onde está o problema – maneira mais eficiente para se certificar de que as habilidades certas estarão nos lugares certos.
 

 
<< voltar
 
 
 
 


DESEJANDO MAIS INFORMAÇÕES: redacao@editoravalete.com.br
 


© Copyrigth 2001 – Valete Editora Técnica Comercial Ltda – São Paulo, SP